Cocaína e Crack e seus Efeitos no Organismo

Cocaína e Crack Farmacologia. 

Uso de cocaína começou nos países andinos como peru Bolívia Equador e Colômbia há mais de 2000 anos atrás seu isolamento químico foi feito por um alemão chamado Albert neném

Cooler médico oftalmologista austríaco descreveu as propriedades anestésicas da cocaína introduziu seu uso em cirurgias oftalmológicas

Uso da cocaína apresentou vários danos à saúde e tal fato levou a proibição e ela quase desapareceu no começo do século 20 seu reaparecimento foi em 1960 como droga das elites econômicas

Cocaína e Crack, formas de consumo.

A cocaína pode ser injetada inalada ou fumada em forma de crack assim como o crack não é uma droga nova é uma forma de cocaína que pode ser administrada via pulmonar A diferença é que a absorção é mais rápida e produz aparentemente um efeito mais intenso

Na farmacologia ela tem três efeitos principais anestésico local vasoconstritor um poderoso psico estimulante

Principais efeitos cardiovasculares.

Taquicardia aumento da pressão arterial

Ao mesmo tempo em que o coração está sendo estimulado a vasoconstrição privam o músculo cardíaco do sangue necessário essa combinação pode causar grave arritmia ou ataque cardíaco mesmo em jovens usuários Além disso há vasos vaso constrição pode causar danos a outros órgãos aos pulmões de indivíduos que fumam cocaína destruição da cartilagem nasal de quem inala e danos ao trato gastrointestinal

Efeitos sobre o SNC (Sistema Nervoso Central)

Com o uso continuado esses sistemas passa a necessitar da droga para exercer funções e estímulos naturais para ativá-lo torna-se insuficiente o uso crônico de estimulantes resulta no esvaziamento dos neurotransmissores que produzem a sensação de prazer

A sinapses opera usando um sistema de feedback negativo logo mudanças compensatórias ocorrem para permitir que os neurônios se adaptem as alterações causadas o que chamamos de tolerância

Além da dependência química a intoxicação do SNC sistema nervoso central pode causar dores de cabeça perda de consciência temporária convulsões e morte alguns desses efeitos são decorrentes do aumento da temperatura corporal

Efeitos psicoativos que favorecem a dependência química. 

Os efeitos estimulantes da cocaína parece aumentar as habilidades físicas e mentais dos usuários experimentam a euforia exaltação da energia e da libido diminuição do apetite exacerbação do Estado de alerta e aumento da autoconfiança altas doses de cocaína intensificam a euforia a agilidade e os comportamentos estereotipados e alteram o comportamento sexual esses efeitos positivos encorajam ou uso e a dependência dessa droga esses sentimentos de alegria e confiança causados pela cocaína podem transformar-se facilmente em irritabilidade inquietude e confusão uso da cocaína aumenta o risco de suicídio traumas maiores e crimes violentos

São descritos no quadro a seguir sistema efeitos do uso Agudo geral psicológicos euforia sensação de bem-estar estimulação mental e motora ficar ligado aumento da auto-estima agressividade irritabilidade inquietação sensação de anestesia físico geral aumento do tamanho das pupilas sudorese diminuição do apetite diminuição da irritação sanguínea dos órgãos neurológico ticket coordenação motora diminuída derrame cerebral convulsão dor de cabeça desmaio tontura tremores tinido no ouvido visão embaçada psíquico depressão efeito rebote da intensa excitação desconfiança e sentimento de perseguição nóia cardiovascular aumento dos batimentos cardíacos batimento cardíaco irregular aumento da pressão arterial ataque cardíaco respiratório parada respiratória tosse social isolamento falar muito desinibição

Efeito crônico do uso uso prolongado da cocaína faz com que o SNC sistema nervoso central promova algumas modificações para adequar-se a nova situação como a tolerância que é a necessidade de doses cada vez maiores para obter o efeito esperado no caso da cocaína a tolerância aparece para os efeitos euforizantes e cardiovasculares a sensação de Euforia desaparece completamente com o uso de doses regulares a tolerância cardíaca é parcial com uso repetido a diminuição da frequência cardíaca apesar de ainda manter-se Acima da Média

Sensibilização

É a exacerbação da atividade motora dos comportamentos fixos após a exposição a doses repetitivas de uso de cocaína a a depressão dopaminérgica resultado do uso crônico da cocaína provoca alterações anatômicas e funcionais nos receptores neurais há um aumento do número e da sensibilidade dos receptores pós sinápticos de dopamina com administração da cocaína a dopamina liberam na Fenda além de permanecer mais tempo por ali encontrará um número maior de receptores mais sensíveis para estimular

O processo de sensibilização pode levar ao aparecimento de convulsões neurônios de determinadas regiões do cérebro expostos intermitentemente as propriedades anestésicas da cocaína tornam-se mais sensíveis aos efeitos que disparam com maior rapidez a cada exposição com o uso crônico a resposta neural é intensa mesmo perante baixas doses das substâncias o sistema límbico tem seu funcionamento elétrico alterado e essa disfunção pode se espalhar causando convulsões generalizadas

Overdose

Deficientemente alta pode levar à falência de um ou mais órgãos do corpo provocando overdose que pode acometer qualquer tipo de usuário crônico eventual ou iniciante aos principais sistemas envolvidos na overdose são os circulatório nervoso central ou renal e o térmico

A overdose acontece em duas fases

A excitação Inicial é seguida por fortes dores de cabeça vômitos e convulsões graves perda de consciência depressão respiratória e falha cardíaca levando a morte

Complicações psiquiátricas

Altas doses podem provocar alterações graves de comportamento devido ao prejuízo na capacidade de julgamento da memória e do controle do pensamento a sensação intensa de medo e paranoia pode levar o indivíduo a recorrer de violência formigamento e sensação de intensos rastejando subir a pele pode levar escoriações na pele ansiedade insônia e depressão são exacerbados com o uso entre uma ingestão e outra os usuários ficam irritados e disfóricos

Complicações sociais

De 1960 e 1970 pensavam ser que os estimulantes promoviam o convívio e eram utilizados como drogas de festas as pessoas usavam inicialmente para reduzir a inibição social e promover a comunicação interpessoal no entanto o uso continuado provoca paranoia e logo os usuários passam a evitar aqueles que julgam poder prejudicados

Como Resultado de consequências sociais, menor participação social, menor capacidade de julgamento resultando em dificuldades profissionais familiares sociais e comportamentos de risco prejuízo da capacidade para o trabalho comportamento violento é a principal causa de morte entre os usuários acidentes suicídios homicídios atividade criminosa O Roubo para manutenção do uso prostituição como moeda de troca comportamento sexual de risco sexo desprovido e com múltiplos parceiros disseminação de doenças e infecções como HIV seringas e sexo efeitos sobre as crianças maus tratos maus cuidados abuso prejuízo no desenvolvimento rompimento de vínculos familiares custos econômicos internações tratamento do usuário e familiares

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